
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Gigantes

quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Alguém da Ásia me disse
Vem me ajudar
Posso ouvir a África
Pedir por socorro
Ruanda, Somália, Nigéria
Clamando por um pouco de amor
Vou fazer tudo que posso fazer
Eu vou
Tenho muito pra dar, eu vou
o evangelho pregar...
Como ouvirão se não há quem pregue
Como pregar se ninguém se dispõe a ir
Como crerão naquele
De quem nada ouviram
Eis-me aqui, eu vou
Eis-me aqui, senhor
Eis-me aqui, eu vou, eu vou
Vi um menino na Rússia olhar para o céu
El Salvador ta chorando por salvação
Romênia, Arábia Saudita, o Iraque
Esperam por nós
Colômbia, Indonésia, Albânia, pra China
Eu vou
Pelo chão do Brasil, eu vou
Deus me quer pras nações...
Como ouvirão se não há quem pregue
Como pregar se ninguém se dispõe a ir
Como crerão naquele
De quem nada ouviram
Eis-me aqui, eu vou
Eis-me aqui, senhor
Eis-me aqui, eu vou, eu vou
quinta-feira, 26 de agosto de 2010

LOUVAR AO SENHOR EM TODO TEMPO
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Cronologia do Apocalipse
Cronologia do Apocalipse
De acordo com a forma como está escrito, podemos concluir que João teve vários lances de visões em períodos separados, e não uma única visão total. São várias visões e várias mensagens que necessitam ser não só interpretadas, mas também ordenadas para serem entendidas.
Em Apoc. 1:10 João diz que foi arrebatado em espírito e em seguida ele tem a visão das mensagens dirigidas às sete igrejas da Ásia.
Em seguida, em Apoc. 4:1, ele diz que viu uma porta no céu e alguém o chamou, e ele foi novamente arrebatado em espírito. Isto significa que ele foi arrebatado ao céu duas vezes. Portanto até aqui podemos observar que ele teve dois lances de visões vistas do céu.
Em Apoc. 13:1 ele diz que se pôs sobre a areia do mar, e tem novas visões vistas da terra.
Não podemos dizer quantas vezes isto aconteceu e nem qual o intervalo de tempo entre as visões, mas é certo que não foi uma única visão de uma só vez.
Podemos também observar os seguintes aspectos nas visões que João teve:
a) Ele viu separadamente, vários fatos que aconteceram simultaneamente, porém em lugares diferentes, que evidentemente tinham que ser relatados separadamente podendo nos dar a impressão de que os fatos eram consecutivos. Por exemplo, ao mesmo tempo em que surgem a besta e o falso profeta e instalam o reino na terra (Apoc. 13), os 144.000 são assinalados e vistos no monte Sião (Apoc. 7 e 14). Para melhor entendimento e a título de exemplo, seria como que se alguém conseguisse ver ao mesmo tempo, algo acontecendo no Brasil e no Japão no mesmo dia e mesmo horário.
b) Ele viu acontecimentos iguais sob ângulos diferentes. Cada vez que acontecia algo no céu
ao mesmo tempo havia uma conseqüência na terra. Como as visões e os relatos são separados, podem dar-nos a impressão de serem fatos diferentes e consecutivos. Por exemplo, a cada trombeta tocada, acontecia algo visto do céu que correspondia exatamente a cada taça derramada com algo acontecendo visto da terra. Os fatos ligados às trombetas e taças eram simultâneos, porém vistos de ângulos diferentes. Para melhor entendimento, seria como que se alguém conseguisse ver ao mesmo tempo, um jogo de futebol olhando por cima nas arquibancadas e ao mesmo tempo ver o mesmo jogo olhando por baixo no banco dos reservas ao mesmo nível dos jogadores.
Vejamos outros detalhes que nos levam a entender que a ordem da narrativa não corresponde à mesma ordem cronológica:
O capítulo 13 narra o aparecimento da besta e do falso profeta que, no entanto, já estavam atuantes desde o capítulo 6 na abertura dos selos.
O capítulo 4 mostra a igreja arrebatada diante do trono, no entanto o arrebatamento está narrado no capítulo 12.
O capítulo 18 aponta para o passado: CAIU - Verso 2; para o presente: SAI DELA - verso 4; e para o futuro: SERÁ LANÇADO - verso 21.
O capítulo 18 também narra a queda do reino da besta, que só acontece definitivamente no capítulo 19.
O juízo final está narrado no capitulo 20 e pode ser visto também nos versos 18 e 19 do capítulo 11
Em Apoc. 7:3, o anjo recebe uma ordem para não danificar a terra antes dos 144.000 serem assinalados, no entanto, em Apoc. 6:14 já vemos a narrativa de um cataclismo na terra.
Vamos agora fazer uma análise muito importante no conjunto de narrativas de todo o livro. Fique com sua Bíblia aberta no livro do Apocalipse para acompanhar estas observações.
Antes porém, é importante lembrar como já falamos, que o número sete na Bíblia simboliza a plenitude de Deus, ou seja, Deus completa uma determinada obra dentro de um sete.
Até o capitulo 11 podemos observar de um modo geral, uma seqüência cronológica da seguinte forma:
Nos capítulos 1 ao 3 vemos a introdução e as mensagens às igrejas.
Nos capítulos 4 e 5 são vistos os santos na glória e o livro selado com sete selos.
No capitulo 6 são abertos os seis primeiros selos do livro.
No capitulo 7 são vistos os 144.000 sendo selados e os mártires.
No capítulo 8 é aberto o sétimo e último selo e são tocadas as primeiras seis trombetas (obs. as sete trombetas estão diretamente relacionadas com o sétimo selo, como se fossem sete capítulos dentro da sétima página do livro).
No capitulo 9 são tocadas as quinta e sexta trombetas.
No capítulo 10 há um parêntesis com a visão do livrinho.
Finalmente, no capitulo 11 há a narrativa das duas testemunhas e é tocada a sétima e última trombeta.
Note que, até aqui, já foram abertos os sete selos e, tocadas as sete trombetas. Considerando que o sete encerra um determinado plano completo de Deus, podemos então concluir com toda certeza que aqui, no capítulo 11, terminam todas as atividades do período da tribulação, vindo em seguida o milênio e o juízo final.
E o resto do livro, referentes aos capítulos 12 até o 22, onde se encaixam?
Acontece que toda a narrativa da tribulação vista do ponto de vista do céu está contida nos capítulos 4 ao 11.
Agora João escreve novamente, repetindo toda narrativa da tribulação do ponto de vista da terra. Em Apoc. 13:1 João diz que se viu sobre a areia do mar, ou seja, aqui embaixo na terra, enquanto que no capitulo 4 ele tinha recebido uma ordem para subir ao céu.
O capítulo 12 descreve o arrebatamento da igreja que estava na terra.
No capitulo 13 está narrado o aparecimento da besta e do falso profeta.
No capitulo 14 são vistos os 144.000 na terra já assinalados pelo anjo.
O capitulo 15 narra a visão das taças.
Finalmente no capitulo 16 são derramadas as sete taças sobre a terra.
Aqui termina novamente a segunda narrativa da tribulação vista da terra.
Observe que a besta e o falso profeta não são mencionados nos capítulos 4 a 11, porque nestes capítulos João estava no céu, enquanto que a besta e o falso profeta estavam na terra